quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Pandemia de Diabetes tipo II

Pandemia de diabetes: um em cada quatro americanos já tem diabetes mellitus

Na 71ª reunião da American Diabetes Association (ADA) em San Diego, EUA, em junho de 2011, foi anunciado que um em cada quatro adultos americanos está com diabetes mellitus.
Em 25 de junho deste ano, o periódico The Lancet publicou um artigo de Goodarz Danaei e colaboradores dizendo que o diabetes mellitus alcançou proporções alarmantes no mundo. Nos 199 países analisados, que incluíram 2,7 milhões de pessoas, o número estimado de diabéticos dobrou nas últimas três décadas – de 153 milhões em 1980 para 347 milhões em 2008. Embora 70% do aumento observado sejam atribuídos ao crescimento e ao envelhecimento populacionais, o número também reflete uma mudança negativa no estilo de vida com má alimentação e sedentarismo, e obesidade como resultado.
A obesidade é um importante fator de risco para o diabetes mellitus tipo 2. Uma vez que a obesidade aumenta no mundo todo, o diabetes mellitus tende a piorar.
O mais alarmante é que a obesidade infantil também está aumentando. Nos EUA, 10% dos bebês e das crianças estão com excesso de peso e mais de 20% das crianças com idades entre 2 e 5 anos estão com sobrepeso ou obesas. Estes dados são do relatório US Institute of Medicine's Early Childhood Obesity Prevention Policies, que foi publicado em junho de 2011.
O estudo clínico Early ACTivity In Diabetes (Early ACTID) mostra que orientações sobre dieta, com ou sem aumento de atividades físicas, pode prevenir um declínio do controle glicêmico em pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2. Os benefícios desta intervenção simples, baseada no ajuste do estilo de vida, chamam a atenção pela importância na educação dos pacientes. Estudos tentam mostrar se esta mesma orientação feita aos pais de crianças diabéticas ou para crianças com diabetes tipo 2 terá os mesmos efeitos positivos na prevenção da doença.
Benefícios são vistos quando os indivíduos são mais bem informados sobre fatores de risco e sintomas precoces da doença, o que enfatiza a prevenção primária, o rastreamento e a intervenção precoce quando necessária.
Em 2030, a expectativa para o número de diabéticos no mundo é de 472 milhões. Cerca de 80% deles estarão em países de baixa e média renda. Nestas regiões, medicamentos hipoglicemiantes e insulina são freqüentemente inacessíveis ou são muito caros e os sistemas de saúde locais não têm pessoal e capacidade financeira para enfrentar o problema. Esta situação precisa mudar.
Fonte: The Lancet, Volume 378, de 9 de julho de 2011
Maria de Lurdes Milan- Nutricionista-CRN 7714
Especialista em Aterosclerose

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dicas importantes para perder peso

Dicas importantes para perder peso

1) Não pule refeições: A explicação disto está no fato de que quando você não toma o café da manhã, por exemplo, o seu cérebro de incentiva a comer alimentos mais calóricos na hora do almoço, para suprir a necessidade de gorduras. Assim, mesmo você tendo força de vontade o seu cérebro trabalho contra você. Por outro lado, se você toma café da manhã normalmente, os alimentos mais calóricos estimulam o seu cérebro da mesma forma que os demais alimentos, o que faz com você possa facilmente optar por uma salada.

2) Diminua o tamanho do prato: Essa dica é fantástica. Consiste em você literalmente trocar o prato, escolher um prato com um diâmetro menor. Muitas pessoas ao se servirem acabam enchendo o prato de comida, assim, comendo em pratos menores, a sensação que se tem é que se está comendo um prato cheio, quando na verdade você pode estar comendo até 22% menos do que se estivesse comendo em pratos maiores.

3) Conte calorias: Essa parece ser a parte mais chata, porém, com as dicas ensinadas, se torna bem tranqüilo. A idéia é você continuar comendo os alimentos que gosta mas trocá-los por ingredientes menos calóricos. Por exemplo, ao invés de um cappuccino, opte por um café; ao invés de uma pizza de pepperoni com massa grossa, opte por uma pizza de massa fina de mussarela, com tomate e manjericão; ao invés de uma barra de chocolate, opte por frutas.

4) Não culpe o metabolismo: muitas pessoas usam isso como uma desculpa. Num dos testes feitos com uma voluntária, a mulher relatava o que comia durante o dia, que seria em média 1100 calorias, bem abaixo da média de 2000 calorias, dessa forma ela acreditava que não conseguia emagrecer por culpa de seu metabolismo; porém, a realidade era que ela esquecia de relatar praticamente 43% do comia durante o dia. Exames mostraram que a ingestão diária de calorias da voluntária era de mais de 3000 calorias. E isso é muito comum entre as pessoas, a maioria esquece de relatar os molhos e petiscos que comem ao longo do dia.

5) A proteína afasta a dor da fome: Nos testes efetuados, foi possível comprovar que refeições com 10% a mais de proteínas ajudam a afastar a fome.
6) Sopa sacia por mais tempo: Em um teste feito com dois grupos, um que consumia os alimentos líquidos e outro que consumia os alimentos triturados em forma de sopa, o segundo grupo demorou mais tempo para sentir fome.

7) Quanto mais opções mais comemos: Isso é mais pura verdade. Quando você vê todas aquelas opções de comida, sente vontade de comer um pouco de tudo. Por isso, as pessoas que almoçam todos os dias em self-services devem tomar cuidado com isso. Isso sempre acontece com a maioria das pessoas nas festas de Natal e Ano Novo, onde a quantidade de lombo, frango recheado, chester, tender, peru, arroz comum, arroz com nozes, empadão, farofa, torta de bombom, bolo, docinhos etc.

8) Laticínios com pouca gordura ajudam a excretar mais gordura: Geralmente os laticínios são os primeiros alimentos cortados quando começamos a fazer dieta. Porém, os laticínios magros excretam quase o dobro de gordura que demais alimentos. Em outra reportagem, publicada na veja, consta que consumir um copo de leite desnatado após praticar atividades físicas ajuda na recuperação, pois possui eletrólitos, carboidratos e 90% de água.
9) Os exercícios queimam gordura até durante o sono: Por isso, não se preocupe com a queima durante o exercício, que não são tão significantes e podem desanimar quem quer emagrecer. Porém, a queima continua e fica ainda mais significativa após a realização dos exercícios, inclusive enquanto dormimos.

10) Mexa-se e perca peso: Você não precisa ir a academia para queimar calorias, alguma simples mudanças em seu dia-a-dia, como subir escadas, descer do ônibus em um ponto antes ou depois do habitual, andar enquanto fala ao telefone, já contribuem para a queima de calorias e em um ano podem representar a perda de até 12kg.

Maria de Lurdes Milan-CRN7714
Especialista em Aterosclerose


quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vitamina D e risco de Parkinson

Um novo estudo indicou que pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menores risco de desenvolver doença de Parkinson. O trabalho foi publicado na edição de julho dos Archives of Neurology.


O papel da vitamina D na saúde óssea é conhecido, mas estudos anteriores apontaram a relação também com problemas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

Paul Knekt, do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, e colegas acompanharam 3.173 homens e mulheres com idades entre 50 e 79 anos e que não tinham diagnóstico de Parkinson no início do estudo, entre 1978 e 1980.
Os participantes completaram questionários e foram submetidos a entrevistas sobre aspectos de saúde e socioeconômicos. Também foram examinados e forneceram amostras de sangue para análise.

Em um período de 29 anos, até 2007, os pesquisadores observaram que 50 dos participantes desenvolveram doença de Parkinson. Após serem feitos os ajustes para fatores potencialmente relacionados (como atividade física e índice de massa corporal), os indivíduos no grupo com níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis – os participantes foram divididos em quatro grupos com relação aos níveis da vitamina.

“Apesar dos níveis baixos de vitamina D em geral na população estudada, uma relação de dose e resposta foi encontrada. O estudo foi conduzido na Finlândia, onde há exposição restrita à luz solar e, portanto, tem como base uma população com níveis continuamente baixos da vitamina”, disse Knekt.

“De fato, o nível médio da vitamina D na população estudada é cerca da metade do nível considerado ideal, de 75 a 80 nanomoles por litro. Os resultados do estudo são consistentes com a hipótese de que uma deficiência crônica de vitamina D é um fator de risco para Parkinson”, destacou.

Segundo os pesquisadores, os mecanismos pelos quais os níveis da vitamina podem afetar o desenvolvimento da doença são desconhecidos, mas o nutriente exerce um efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidantes, da regulação de níveis de cálcio, da desintoxicação, da modulação do sistema imunológico e da melhoria na condução de eletricidade nos neurônios.

“O estudo reúne os primeiros dados promissores em humanos que sugerem que um estado inadequado de vitamina D está associado com o risco de desenvolver Parkinson, mas outras pesquisas são necessárias, tanto básicas como clínicas, para elucidar o papel, mecanismos e concentrações exatas”, disse Marian Leslie Evatt, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, em editorial na revista sobre o estudo.

Fonte: Agência FAPESP

Maria de Lurdes Milan-Nutricionista-CRN-7714
Especialista em Aterosclerose

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Parte 3

Alimentos x Emoções

Brócolis: deixa a mente esperta

É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.

Quanto consumir: 1 pires / dia.


Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz

O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor. Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.

sábado, 24 de julho de 2010

Parte 2

Alimentos x Emoções

Salmão: levanta o astral

Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.

Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.

Lentilha: afasta o medo

Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.

Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana

Nozes: mantém você concentrada

São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.

Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Parte 1:

Alimentos x Emoções

Banana: contra a ansiedade


Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.

Quanto consumir: 1 unidades por dia

Mel: pura alegria

Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.

Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia

Abacate: amigo do sono

Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.

Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

COMO PREVENIR O AUMENTO DE PESO.

Certas carências nutricionais podem provocar aumento de peso, principalmente as carências de magnésio, cálcio e potássio.

A carência de Magnésio provoca desejo de comer doce.

A carência de Cálcio desativa as enzimas envolvidas no metabolismo. Para os comedores de carne, o cálcio se torna ainda mais importante, pois as dietas ricas em carne provocam a perda de cálcio.


A carência de Potássio costuma ocorrer em pessoas gordas porque elas bebem café demais, comem açúcar em abundância, bebem álcool, usam laxantes e diuréticos. O potássio faz bem ao coração e controla o equilíbrio de água no corpo.

Fontes alimentares de magnésio: abacate, aipo, alfafa, amêndoa, arroz integral, castanha do Pará, maçãs, peixe , salsa, tâmaras.

Fontes alimentares de cálcio: brócolis, couve, couve-flor, ervilhas secas, sementes de gergelim, sementes de girassol.

Fontes de Potássio: bacalhau, banana, cenoura, cereais integrais, damasco, ervilhas, espinafre, salmão, salsa, sardinha.

Portanto caprichem na ingestão destas fontes alimentares diariamente.

Maria de Lurdes Milan.
Nutricionista

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Aposte na alimentação certa para aumentar a saciedade

Sucos, vitaminas e até o arroz com feijão entram no cardápio que mata a fome e emagrece.


Não passou nem uma hora que você almoçou, mas a fome já começa a aparecer? E, quando você come, os ataques de gula são freqüentes? Por isso, a solução para não bater de frente com a dieta é apostar em um prato com alimentos ricos em nutrientes com forte poder de saciedade. Isso mesmo, a idéia é retardar a sensação de fome e evitar que você fique beliscando guloseimas ao longo do dia. "Um elevado poder saciante é encontrado em alimentos ricos em proteínas, fibras e água, enquanto alimentos ricos em gordura apresentam baixa capacidade de controlar o apetite.

Se a vontade de devorar o mundo é a grande inimiga da dieta, a saída é montar um cardápio repleto de comidas que enchem o estômago e ainda ajudam a eliminar os quilos extras. Logo abaixo, montamos uma lista de opções que vão muito além das verduras ricas em fibras.

Café da manhã reforçado


Para não sentir fome ao longo do dia, o ideal é saborear um café da manhã rico em nutrientes, assim não chegamos na hora do almoço querendo abocanhar tudo o que vemos pela frente.

"A mistura de uma xícara de frutas picadas coberta com um pote de iogurte light, duas colheres de sopa de granola e uma colher de sopa de geléia resultam em um sabor intenso que mata a vontade de comer doce ao longo do dia. Essa mistura é rica em fibras e, além de não prejudicar o regime, ajuda a não sentir fome".
É importante não deixar alguns grupos de alimentos de fora do desjejum. São eles:

Cereais integrais: prefira a versão integral dos carboidratos, que auxilia no trânsito intestinal, já que possuem mais fibras. Eles também contribuem para a saciedade, pois demoram mais para serem digeridos.

Laticínios: as proteínas presentes nos laticínios oferecem maior saciedade, pois a digestão é mais lenta, retardando o esvaziamento gástrico e, consequentemente, a fome.

Frutas: são excelentes fontes de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes vitais para o bom funcionamento do nosso corpo. As frutas de cor alaranjada, ricas no pigmento betacaroteno, como o mamão, contêm vitamina A, que é importante para manutenção da saciedade.

Vitamina poderosa


No meio da tarde, ou antes, do almoço, uma aliada para espantar a fome é a vitamina. Com os ingredientes certos, você aproveita todos os benefícios e garante muita saciedade. "Optar pelas vitaminas com alimentos de cor alaranjada (cenoura, laranja, mamão), também é uma ótima opção para afastar a fome. Sem contar que a vitamina A, presente nessas frutas e legumes, auxiliam o funcionamento dos pulmões e do coração, dos olhos e do sistema imunológico".



Receita de Smoothie de mamão

Ingredientes


- 1 fatia de mamão
- 3 ameixas pretas sem caroço deixadas de molho
-1 colher (sobremesa) de semente de linhaça triturada
- ½ copo de leite de soja gelado

Modo de preparo
Coloque as ameixas e a água das ameixas no liquidificador. Junte o restante dos ingredientes e bate no liquidificador. Sirva em seguida.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ômegas 3 e 6 trazem muitos benefícios para o seu coração

O nutriente diminui os riscos de ataque cardíaco e de depressão

Os ômegas 3 e 6 são gorduras essenciais para o bom funcionamento de vários órgãos. Essas gorduras não são produzidas pelo organismo, mas devem estar presentes na alimentação, pois auxilia na queda de níveis de triglicerídeos e de colesterol ruim (LDL), favorecendo o aumento do colesterol bom (HDL). Além disso, apresentam importante papel em alergias e processos inflamatórios.
O ômega 3 é reconhecido como um nutriente cardioprotetor, isto é, beneficia a saúde cardiovascular.Também é essencial para o funcionamento de dois órgãos importantíssimos do corpo humano: o coração e o cérebro.
No coração, diminui o risco de ataques cardíacos, pois previnem que as placas de gordura acumulem-se nas artérias. Já o cérebro é constituído por 20% de gordura, portanto o consumo de Ômega 3 e 6 é vital para deixá-lo ativo, prevenindo a falta de memória e doenças como a esclerose, Alzheimer entre outras.

Benefícios
Tanto Ômega 3, como o 6, agregam inúmeros benefícios aos seres humanos, tais como:

1. Previnem doenças cardiovasculares;
2. Auxilia no combate a depressão;
3. Combate seqüelas de infarto;
4. Reduz lesões por esforços;
5. Auxilia no tratamento do câncer;
6. Previne arritmia cardíaca (batimento irregular);
7. Diminui a pressão sanguínea (hipertensão);
8. Aumenta a fluidez do sangue (melhora circulação);
9. Diminui as taxas de triglicerídeos e colesterol

Onde encontrar?
Os ômegas 3 e 6 podem ser encontrados em nozes, castanhas, amêndoas, rúcula e óleos vegetais, como azeite, milho, canola, soja e peixes (principalmente de águas profundas).

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Fique atento! O alto nível de estress pode engordar e provocar diabetes

Longe das dietas rigorosas e dos exercícios pesados, a chave para o emagrecimento pode ser tão simples relaxar. A conclusão é de cientistas israelenses que encontraram um gene que nos faz sentir vontade de comer doces e comidas gordurosas quando estamos sob stress.
De acordo com Alon Chen, que participou do estudo, os pesquisadores queriam descobrir por que a pessoas recorriam aos biscoitos calóricos quando se sentiam pressionados em casa ou no trabalho. Durante experimentos com ratos, eles perceberam que um determinado gene bombeia uma proteína chamada Ucn3 em momentos de stress.
Produzida no cérebro, essa proteína afeta todo corpo, incluindo o coração, os músculos, o fígado e o pâncreas. Ela aumenta o apetite e afeta nosso grau de satisfação, além de alterar a maneira como o corpo usa a insulina, hormônio crucial para o processamento de açúcar em energia. Por essa razão, o gene descoberto estaria ligado não só à obesidade como também ao diabetes tipo 2.
Por isso, cuidado com seu nível de stress, alertam os cientistas. "O stress é bom quando você precisa lidar com um evento específico. Mas o sistema que responde ao stress precisa ser muito bem controlado", afirma Chen, do Weizmann Institute em Israel. "Se altos níveis de stress são constantes, o risco é engordar e adoecer adiciona".

O estudo foi publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences - 7/5/2010 - Veja

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sal: o mau hábito que adquirimos na infância

Dr. Fernando Lucchese

Desde criança, ao exigirmos batata frita como prato forte no jantar, estamos desenvolvendo dois péssimos hábitos, dos quais, depois, passamos anos tentando nos livrar. Primeiro, o uso abundante de sal, muitas vezes reforçado por um saleiro inadequadamente levado à mesa. Segundo, o hábito e o gosto pela fritura.

Todo o sal que necessitamos – no máximo 3 gramas por dia, ou seja, três tampas de caneta Bic cheias até o topo, cada qual com 400mg de sódio – já ingerimos através da comida de panela. Portanto, não precisaríamos nunca do saleiro à mesa. O sal é o componente principal na geração da hipertensão arterial. E já são 25 milhões de brasileiros hipertensos. Aos 50 anos, metade da população é hipertensa.

Os substitutos existentes em mercados e farmácias sempre contêm certa quantidade de sal de cozinha, o cloreto de sódio. Quem tem problemas com ele, deve investigar os com menor quantidade. O gosto desses produtos é dado pelo cloreto de potássio, que não tem os efeitos maléficos do sal sobre o organismo.

Dicas para evitar o excesso de sal

- Evite adicionar mais sal ao seu prato
- Quem tem problemas com sal, deve evitá-lo ao cozinhar e usar outros temperos. Mesmo quem não for hipertenso deve ter moderação. Existem muitos outros recursos para temperar e dar vida aos pratos, como páprica, pimenta (sempre a vermelha), dezenas de ervas, vinagre, vinho, limão, gengibre.
- Use com cautela e moderação conservas ou embutidos preparados com sal.
- Limite o uso de “salgadinhos” de pacote.
- Prefira amendoim sem sal.
- Observe, ao comprar molhos prontos, a quantidade de sal.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Açúcar afeta nível de colesterol ruim

Pessoas que comem e bebem grandes quantidades de açúcar possuem níveis mais baixos de colesterol bom e níveis mais altos de triglicérides prejudiciais do que as pessoas que adotam dietas pobres nesse tipo de adoçante, afirma um novo estudo.

Os pesquisadores coletaram dados de 6.113 adultos da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição, que foram solicitados a relembrar sua ingestão alimentar durante um período de 24 horas, então foram agrupados de acordo com seu consumo de açúcar adicionado, incluindo beterraba refinada ou cana de açúcar e xarope de milho com alto teor de frutose. Amostras de sangue foram analisadas para triglicérides e ambos os tipos de colesterol – o bom, HDL, e o ruim, LDL.

Na média, 15,8% das calorias dos participantes vieram de açúcar. Quando o número era de 25% ou mais, o colesterol bom ficava em média em 47,7mg/dL, e os níveis de triglicérides ficavam em 114mg. Em contraste, as pessoas que consumiam menos de 5% de suas calorias de açúcar tiveram níveis maiores de colesterol bom, com uma média de 58,7mg, e níveis menores de triglicérides prejudiciais (105mg).

“Analisamos especificamente os açúcares que são adicionados durante o processamento e a preparação dos alimentos”, disse o principal autor do estudo, Jean A. Welsh, pesquisador da Emory University, em Atlanta. “Refrigerantes são o exemplo mais comumente consumido e fornecem 30% do açúcar adicionado nos Estados Unidos”.

Autor: Roni caryn Rabin - Tradutor: Gabriela d'Ávila
Fonte: New York Times

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quem come rápido demais pode ingerir calorias extras, diz estudo.

Comer devagar ajuda na liberação de hormônios que dão sensação de saciedade
Pesquisadores da Grécia e do Reino Unido concluíram que pessoas que devoram os alimentos rapidamente acabam consumindo mais calorias, do que quando se alimentam num ritmo mais lento. O motivo é o efeito da ingestão mais rápida da comida sobre a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de saciedade.
Para realizar o estudo, publicado na revista científica Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, os cientistas reuniram um grupo de pessoas, algumas porções de sorvete e um cronômetro. Os testes mostraram que quando os participantes tomavam o sorvete em 30 minutos, em vez de 15, liberavam mais hormônios que dão sensação de saciedade.
Através da coleta de amostras de sangue e medição da insulina dos participantes antes, durante e depois do consumo de sorvete, os pesquisadores descobriram que dois hormônios, a grelina orexígeno e o PYY, responsáveis por sinalizar a sensação de saciedade do organismo se manifestaram quando os participantes tomaram o sorvete mais devagar.

Como a sensação de saciedade leva a comer menos? Como sugeriu outro estudo publicado no Jornal da Associação Dietética Americana-, os participantes, quando comeram o sorvete em mais tempo, consumiram aproximadamente 10% menos calorias.

Em outro estudo, envolvendo 3 mil participantes, publicado no The British Medical Journal, pessoas que diziam comer rapidamente e até se sentirem cheias tiveram risco três vezes maior de estarem acima do peso, em comparação a outras pessoas

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Alimentos de Fibra

As fibras melhoram o trânsito intestinal, fazem bem para a pele e ajudam a emagrecer. Reduzem o colesterol ruim e controlam os níveis de açúcar no sangue. E o melhor: não têm calorias.

Elas estão em boa parte dos alimentos consumidos no dia a dia. Se não estão, a indústria se encarregou de enriquecer seus produtos acrescentando-as. Nos últimos dois anos, as vendas de alimentos ricos em fibras cresceram 20%, segundo pesquisa do instituto Euromonitor International. "Consideram-se enriquecidos apenas os produtos industrializados com mais de 3 gramas de fibras para cada 100 gramas do alimento", explica Ijones Constantino, diretor da Tate & Lyle, multinacional inglesa fornecedora de fibras para a indústria alimentícia. A recomendação de consumo diário é de 25 gramas de fibras para adultos – parece pouco, mas não é. Essa quantidade equivale a dois pratos de sobremesa de salada verde, mais dois pratos de sobremesa de legumes, mais duas frutas por dia. Nem todo mundo consegue se alimentar como prega a boa saúde. Daí por que os produtos enriquecidos representam uma boa ajuda na missão de aumentar a quantidade de fibras no cardápio. "É imprescindível beber água quando há ingestão de fibras. O líquido ajuda na formação do bolo fecal e evita a prisão de ventre", ensina Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração, em São Paulo.

Revista Veja - 06/11/2009.

As fibras desempenham diversos papeis no nosso organismo, por isso são imprescindíveis no prato daqueles que desejam obter saúde e qualidade na sua alimentação.

sábado, 20 de março de 2010

Confira as 14 metas da educação alimentar, indicadas pelo Centro de Referência em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

1) Faça de 5 a 6 refeições por dia.
2) Frutas na sobremesa e nos lanches.
3) Coma verduras e legumes no almoço e no jantar.
4) A porção de carne deve ser do tamanho da palma da mão.
5) Troque a gordura animal por vegetal e consuma com moderação.
6) Modere nos açúcares e nos doces.
7) Diminua o sal e os alimentos ricos em sódio.
8) Consuma leite ou derivados na quantidade recomendada.
9) Consuma pelo menos 1 porção de cereal integral.
10) Coma uma porção de leguminosas por dia.
11) Reduza o álcool. Evite o consumo diário.
12) Beba no mínimo 2 litros de água por dia.
13) Faça pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias.
14) Aprecie sua refeição. Coma devagar.

Fonte: Globo Repórter-Sexta-Feira, 12 de Março de 2010

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Mantenha a saúde e o peso ideal nas ceias de Natal e Ano Novo

Não há como fugir do banquete tradicional, mas é possível torná-lo saudável.
Não há motivos para resistir, as ceias de
Natal e Ano Novo são deliciosas e tradicionais. Reúnem famílias, estreitam os laços com amigos e colegas de trabalho e aproximam as gerações. A mesa precisa do assado, da farofa, do arroz elaborado, das frutas secas, das castanhas, e das sobremesas em geral. Mas tudo deve ser preparado para uma deliciosa noite de festas, não para uma semana de comemoração, como acontece quando exageramos nas porções e variedade, que voltam à geladeira e à mesa, várias vezes, na semana após a festa. Mesmo sem fugir do banquete usual, podemos ser criativos e cuidadosos na escolha e no preparo das ceias, para torná-las saudáveis e menos calóricas, sem retirar-lhes o sabor característico.

Escolha da carne
Para começar, devemos escolher as carnes magras, como o tender, o chester, o lombo ou até o cordeiro, que mesmo não sendo das mais magras é superior ao pernil ou ao leitão. Assar ou cozinhar são as opções ideais para o preparo e as receitas são variadas nos molhos e temperos. Não há a necessidade de seguirmos uma receita à risca, podemos e devemos tentar reduzir a quantidade de sal e principalmente das gorduras (óleos, manteigas e margarinas), pois uma preparação com 100ml de óleo vegetal agregará 900 calorias à carne. Recomendamos o uso de molhos com geléias de frutas ou com a própria polpa da fruta, como o maracujá, incorporado com o amido de milho, para evitar o creme de leite.
Preparo do arroz
Nada contra o arroz. Ele é considerado o melhor carboidrato para acompanhar os assados nas ceias de final de ano. Pode ser integral ou polido, não há diferença calórica entre eles, sendo o integral mais saudável por ser rico em fibras. Servido à grega e com lentilha ou na forma de risotos, ele é indispensável em um cardápio equilibrado. Os cuidados no preparo e na escolha dos ingredientes que serão agregados ao arroz garantem um alimento saboroso e menos calórico, como é o caso de preferir presuntos magros, de peru ou blanquette no arroz à grega. Para reduzir as calorias dos risotos, o ideal é diluir o creme de leite em água ou leite desnatado substituí-lo por requeijão light ou até usá-lo em menor porção do que a indicada na receita, como pode ser feito com os queijos e óleos vegetais. O arroz pode também servir de base para o preparo de saladas. Sim, salada de arroz integral com castanhas e maçã! Uma delícia que deve ser servida gelada ou levemente resfriada.
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A farofa
A farofa é outra delícia que pode fazer parte das ceias de final de ano. É importante saber que cada colher de farinha de mandioca ou de milho, usada no preparo da farofa, equivale em calorias e em carboidrato a duas colheres de arroz, isso sem contar todos os ingredientes utilizados no preparo da farofa. Aqui, vale tudo para reduzir o valor calórico, como evitar fritar a farinha em óleos e margarinas, uma vez que esses ingredientes são gorduras e, portanto, muito mais calóricos do que a própria farinha. Recomendamos que a farinha seja torrada no forno convencional e, posteriormente, se faça a adição de cebola e alho - já fritos e escorridos em papel toalha,
azeitona, ovo cozido ou ralado, cogumelos, uva passa ou banana passa. Para enriquecer mais a farofa podemos acrescentar linhaça triturada rica em ômega 3 e também o grãos de gergelim levemente tostados, ricos em cálcio.



Frutas nas ceias
As castanhas são indispensáveis nos vários pratos servidos nas ceias. Podem ser utilizadas no arroz, nas saladas de folhas e salpicões, nas farofas e sobremesas. As frutas de uma maneira geral, tanto frescas quanto cristalizadas e secas, podem ser utilizadas nas ceias de final de ano. Como uma boa opção de decoração a mesa. Em relação às calorias, as frutas cristalizadas são mais calóricas, quase o dobro, em relação às suas versões frescas e secas. Em relação ao valor nutricional, as frutas frescas são sempre mais indicadas, uma vez que têm maior poder hidratante, preservam maior quantidade de vitaminas e são ótimas opções para as sobremesas.

A sobremesa
Sobremesas é sempre uma atração muito esperada nas festas. Pecamos por oferecer uma grande variedade de doces a base de gorduras saturadas e trans: chantilly, sorvetes cremosos, leite condensado, côco e creme de leite. Toda essa oferta faz com que as pessoas queiram provar uma porção de cada doce, levando a um consumo muito maior de calorias e comprometendo a meta de manter o peso. Idealmente, devemos preparar uma única opção de sobremesa, podendo inclusive ser a base de sorvetes e chocolates, desde que usemos sorvetes lights e cacau em pó como substituto aos achocolatados.

As bebidas
Finalmente as bebidas alcoólicas. Todo nosso esforço corre grande risco de ser em vão nesse quesito. As bebidas alcoólicas são muito calóricas, apuram o paladar aumentando o consumo de alimentos, se fazem acompanhar de aperitivos muito calóricos e fazem com que deixemos de ser criteriosos em nossas escolhas. É bom termos em mente que cada grama de álcool contém 7 calorias, enquanto carboidratos e proteínas contêm 4. Cuidado com os coquetéis, pois utilizam muito açúcar, leite condensado, licores e álcool. Um abençoado Natal e um Ano Novo com muita Saúde e Paz!

Maria de Lurdes Milan
Nutricionista - Especialista em Aterosclerose


sábado, 28 de novembro de 2009

A importância das frutas

A melancia é uma fruta essencial na dieta de quem quer perder peso. A grande quantidade de água desse alimento ajuda a baixar os níveis de açúcar no sangue e reduz a quantidade de insulina.
Quando a insulina cai, o corpo passa a queimar seus estoques de gordura.
E ele começa a fazer isso justamente pela barriga
Tomar um suco de limão por dia é ótimo para a saúde.
A fruta tem vitamina C, que ajuda a combater os radicais livres e previne do envelhecimento precoce.
A parte branca do limão contém pectina, fibra solúvel que se transforma em gel no estômago e arrasta a gordura para fora do organismo. É por conta desta fibra que nos sentimos saciados depois de consumir um limão.
A fruta ainda é diurética, alivia o inchaço e combate a celulite
O figo é rico em magnésio, o que faz com que o organismo tenha menos vontade de comer doces como o chocolate. A fruta também é diurética e atua como um laxante suave. O ideal é comer ao menos uma unidade por dia
A banana é rica em triptofano, um aminoácido importante que ajuda a combater a ansiedade e a compulsão por comidas que estragam a dieta, como doces e massas. Além disso, a fruta tem vitamina B6, que ajuda na absorção de gordura ingerida na refeição. Por fim, a banana tem fibras solúveis, que controlam o apetite por algumas horas
abacaxi é uma fruta ótima para a dieta, pois é pouco calórica e possui bastante água em sua composição, o que o torna diurético

Frutas que ajudam na dieta


A melancia é uma fruta essencial na dieta de quem quer perder peso. A grande quantidade de água desse alimento ajuda a baixar os níveis de açúcar no sangue e reduz a quantidade de insulina.
Quando a insulina cai, o corpo passa a queimar seus estoques de gordura.
E ele começa a fazer isso justamente pela barriga
Tomar um suco de limão por dia é ótimo para a saúde.
A fruta tem vitamina C, que ajuda a combater os radicais livres e previne do envelhecimento precoce.
A parte branca do limão contém pectina, fibra solúvel que se transforma em gel no estômago e arrasta a gordura para fora do organismo.
É por conta desta fibra que nos sentimos saciados depois de consumir um limão.
A fruta ainda é diurética, alivia o inchaço e combate a celulite.
O figo é rico em magnésio, o que faz com que o organismo tenha menos vontade de comer doces como o chocolate.
A fruta também é diurética e atua como um laxante suave. O ideal é comer ao menos uma unidade por dia
A banana é rica em tripofano,um aminoácido importante que ajuda a combater a ansiedade e a compulsão por comidas que estragam a dieta, como doces e massas.
Além disso, a fruta tem vitamina B6, que ajuda na absorção de gordura ingerida na refeição.
Por fim, a banana tem fibras solúveis, que controlam o apetite por algumas horas abacaxi é uma fruta ótima para a dieta, pois é pouco calórica e possui bastante água em sua composição, o que o torna diurético.